PARA SEMPRE?

​​EU University & Culture Summit / Day 1, Afternoon

Lá estava ele à minha espera, plácido, no canto de uma mesa. Foi na última Feira do Livro do Porto, na secção de livros usados. São assim muitos dos livros que compro: recatam-se numa estante ou deixam-se perder, discretos, entre pilhas de livros. Já há décadas que nos entregamos, eles e eu, a este jogo das escondidas. Mas, desta feita, o livro estava no meu campo de visão, como que para ter a certeza de que eu não passaria sem o encontrar.


Contra a Amazon Sete Razões / Um Manifesto Seguido de Essa Interrogação a que Chamamos Livraria e Desmantelando a Minha Biblioteca, do professor de literatura e escritor espanhol Jorge Carrión, era mesmo um livro que eu tinha de ler. Comprei-o por 5€ mesmo depois de ter visto, na Ficha Técnica, que havia sido distribuído gratuitamente no Festival F(O)LIO de 2019, em Óbidos. Fui, naquele momento, assolada pelo desejo de o ter – um sentimento que, curiosamente, Carrión refere quando diz que nos lembramos dos lugares físicos onde compramos os livros, mas nunca do contexto asséptico das plataformas digitais quando os encomendamos online. E eu acrescento: é uma espécie de ritual de namoro que com eles estabelecemos quando os temos na mão, lhes afagamos a capa, os reviramos para apreciar lombada e contracapa, os cheiramos e lhes sondamos as promessas. Será “para sempre”?


Há, contudo, uma razão ainda mais forte que Carrión evoca na sua diatribe contra a Amazon. Tomo-lhe emprestada a acusação violenta: “(...) a Amazon não é uma livraria, mas um hipermercado. Nos seus armazéns, os livros estão colocados ao lado das torradeiras, dos brinquedos ou dos skates” (p. 9). Mais adiante, completa a ideia: “A Amazon apropriou-se do prestígio do livro. Contruiu o maior hipermercado do mundo com uma grande cortina de fumo em forma de biblioteca” (p. 17). E eu acrescento: Na FNAC também. Lembram-se de irmos à FNAC à procura de livros? Agora vamos lá comprar computadores ou acessórios para o telemóvel.


Nem a Amazon nem a FNAC são livrarias porque – como lembra também Carrión, a propósito do gigante americano – não têm livreiros. Na Amazon o aconselhamento de livros é determinado por um algoritmo com base em compras feitas por outras pessoas. E eu acrescento: na FNAC, os técnicos de vendas sabem indicar-nos as estantes por onde se distribuem os livros, mas não fazem ideia do seu conteúdo. Uma livraria é um espaço que vende livros, com um projeto de curadoria de um livreiro, que nos recebe em sua casa. Por isso as livrarias são diferentes umas das outras.


Gosto das livrarias pequenas, que visito amiúde – conheço bem os livros residentes. Quando há novidades que valem realmente a pena, os donos da casa anunciam-mas solenemente. E aí começa o ritual de namoro. Será o desejo suficientemente forte para levar um novo hóspede para casa?


Fátima Vieira
Vice-Reitora para a Cultura e Museus

Ferreira da Silva: "uma vida de química" à mostra na Biblioteca da FCUP

Exposição dedicada ao histórico químico  portuense ficará patente até junho de 2024 na Biblioteca da Faculdade de  Ciências. Entrada livre.

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A Biblioteca da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) inaugurou, no passado dia 10 de outubro, a exposição Ferreira da Silva/Química para a vida, uma vida de química. Trata-se de uma iniciativa integrada nas comemorações do centenário de António Joaquim Ferreira da Silva (1853-1923).


No total estão expostos cerca de 80 documentos e instrumentos de  diversa natureza. São pistas que pretendem desenhar um roteiro ou  contar a história possível do percurso académico e científico do  investigador e professor Ferreira da Silva, desde os tempos de  estudante.


Entre os objetos que integram a exposição incluem-se um eletroscópio, “particularmente útil para medir a radioatividade em águas termais”,  como explica Marisa Monteiro, curadora de instrumentos científicos do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto (MHNC-UP).


Vamos poder ver também um microscópio ótico, “o melhor que a Zeiss vendia na altura (1898) para estudos microbiológicos”, para além de “massas de mercúrio em ampolas de vidro, de grande precisão, que serviam  para calibrar balanças”.


Há ainda objetos que se encontram “diretamente associados às análises  que se faziam no laboratório municipal, um Sacarímetro para medir o  teor de açúcar em bebidas, um refratómetro para caracterizar gorduras,  um alambique e Alcoómetros para determinar a quantidade de álcool no  vinho e bebidas licorosas, etc”, afirma Marisa Monteiro.


Nesta exposição são ainda dados a conhecer alguns objetos do acervo de instrumentos históricos do MHNC-UP, livros do Fundo Antigo da  Universidade do Porto e documentos do Arquivo Ferreira da Silva, bem  como uma seleção de fotografias cedidas pela família.


Com entrada livre, a mostra ficará patente na Biblioteca da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) até ao dia 1 de junho de 2024 e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 19h00.

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Um microscópio óptico com mais de 130 anos é um dos objetos que podem ser apreciados na Biblioteca da FCUP. (Foto: DR)

Sobre António Ferreira da Silva

Natural de Oliveira de Azeméis, Ferreira da Silva foi diretor do  Laboratório Municipal de Química do Porto (1883), fundador da Academia  de Ciências de Portugal (1907) e o primeiro presidente da Sociedade  Química Portuguesa (1911).


Foi professor de Química na Academia Politécnica do Porto, sendo o  diretor da instituição quando a Academia deu origem, em 1911, à hoje  centenária Universidade do Porto.

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Ferreira da Silva no Anfiteatro de Química da  Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. (Foto retirada da  coleção Manuel Ribeiro da Silva)

António Ferreira da Silva dá nome ao mais destacado prémio de Química atribuído em Portugal.


Em 2021, no ano em que se celebrou o 110.º aniversário da  Universidade do Porto, o MHNC-UP devolveu à cidade um espaço emblemático  na história da química em Portugal: o Laboratório Ferreira da Silva.


Fonte: Notícias U.Porto

Galeria da Biodiversidade acolhe Conferência Ilídio de Araújo 2023

Duarte Belo é o orador convidado da conferência  agendada para a tarde de 19 de outubro. No final, será inaugurada uma  exposição de fotografia.

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É um evento que pretende dar voz a pessoas que reflitam sobre a Paisagem, a Cultura e o Conhecimento em geral e que, tal como Ilídio de  Araújo, gostem de partilhar conhecimento. É uma espécie de “dois em um”,  já que após a conferência, intitulada A velocidade do tempo. Construção e leitura da paisagem, o conceituado arquiteto e fotógrafo Duarte Belo inaugura uma exposição de fotografias que foi captando ao longo de décadas de mapeamento do território. Será no dia 19 de outubro, a partir das 17h00, na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP).


Que ferramentas poderemos usar para interpretar os lugares? O que  podemos reter da passagem do tempo? Poderemos reestabelecer as condições  que nos trouxeram até ao presente? Estas são apenas algumas das pistas  para a apresentação que se transformará em conversa. Quem traz estas  propostas é o fotógrafo Duarte Belo, a convite do Observatório de Paisagem da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP).


A partir de um trabalho de mapeamento fotográfico do território nacional, desenvolvido ao longo de quatro décadas, será possível  observar exemplos de leitura e de interpretação da paisagem  contemporânea. De um arquivo de mais de 2.000.000 constrói-se uma teia  de relações topológicas entre os vários espaços.


Mesmo antes de se confrontar com este mapeamento, o público pode  levar, desde já, na bagagem algumas questões que servirão de  enquadramento ao que aqui vai ser debatido: Quando o aquecimento global e  a perda da biodiversidade são já realidades incontornáveis que leitura é  esta que podemos fazer dos espaços que habitamos?


A velocidade do tempo. Construção e leitura da paisagem tem entrada livre, ainda que sujeita à lotação do espaço.

Sobre Duarte Belo

Nasceu em Lisboa (1968) e é licenciado em Arquitetura. Paralelamente à atividade inicial (em Arquitetura), desenvolve projetos em fotografia.  Expõe individualmente desde 1989, tendo já participado em numerosas  exposições individuais. Está representado em diversas coleções públicas e  privadas, em Portugal e no estrangeiro.


De uma obra documental extensa, centrada no levantamento fotográfico  da paisagem e das formas de ocupação do território, são de destacar as  obras Portugal — O Sabor da Terra (1997); Portugal Património (2007-2008) e a trilogia composta por Caminhar Oblíquo, Depois da Estrada e Viagem Maior (2020). É editor do blog Cidade Infinita

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Duarte Belo (Foto: DR)

Sobre Ilídio de Araújo

Ilídio de Araújo (Celorico de Basto, 1925 – Porto, 2015) foi um arquiteto paisagista e engenheiro agrónomo português.


Licenciado pelo Instituto Superior de Agronomia (Lisboa, 1953), deixou  um legado notável no domínio da investigação e estudo da paisagem cultural portuguesa, nomeadamente da arte dos jardins, atestado pelos seus  projetos e pela sua extensa e diversa produção bibliográfica.


As inúmeras conferências que proferiu são, ainda hoje, uma referência e uma inspiração para todos aqueles que se dedicam à leitura e  interpretação da paisagem, à proteção dos seus valores e ao ordenamento  paisagístico. 


Fonte: Notícias U.Porto

A Noites das Ideias iluminou o Pátio do MHNC-UP

Da arquitetura ao cinema, passando pela literatura e pela poesia, a Noite das Ideias fez emergir representações da cidade do Porto no passado dia 23 de setembro, no Pátio do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto.


Foi uma noite de revelações de mitos e simbologias, de performances e não só. Aproveitamos para lançar uma revista que está incompleta: a Pá Poesia & Outras Artes. 


Foi assim a Noite das Ideias!

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Outubro na U.Porto

Para conhecer o programa da Casa Comum e outras iniciativas, consulte a Agenda Casa Comum ou clique nas imagens abaixo.

CINANIMA na U.Porto

06, 13 e 20 OUT'23 | 21h30
Cinema de Animação | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

John Kenneth Galbraith e o campo da Economia norte-americana: esboço de análise sociológica

16 OUT'23 | 18h00
Apresentação de livro  | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

Family Film Project | Oficina do resultado do workshop de Super 8

17 OUT´23 | 17h00
Cinema | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

Jaime Pereira Leite, piano | Composições e improvisações

18 OUT'23 | 21h30
Música, piano | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

Conhece-me antes de me odiares: Notas sobre a História e Cultura Cigana | Livro de Bruno Gonçalves

21 OUT'23 | 16h00
Apresentação de Livro | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

ILUSTRA UP II | Exposição

Até 21 DEZ'23 
Exposição | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

Sombras que não quero ver #2 | Escultura de Hélder Carvalho

A partir de 20 SET'23
Exposição | FPCEUP
Entrada Livre. Mais informações aqui

As Viagens de Abel Salazar: Paris 1934 | Exposição

31 OUT'23 
Exposição | Reitoria da U.Porto 
Entrada Livre. Mais informações aqui

O Museu à Minha Procura

Até 30 NOV'23
Exposição | Polo Central do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto
Entrada Livre. Mais informações aqui

CORREDOR CULTURAL DO PORTO 

Condições especiais de acesso a museus, monumentos, teatros e salas de espetáculos, mediante a apresentação do Cartão U.Porto.
Consulte a lista completa aqui

"Disco Voador" pousou na Casa Comum para um espetáculo imersivo

Concerto organizado pela Mentoria U.Porto  realçou a importância da cultura na integração dos estudantes que chegam  agora à Universidade.

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Tiago Enrique e Joana Manarte deram o corpo e a voz ao “Disco Voador”. (Foto: Mentoria U.Porto)

Já passava das 21h00 do passado dia 27 de setembro quando o “Disco Voador” pousou na Casa Comum (à Reitoria) da Universidade do Porto, para um espetáculo especial e irreverente, organizado pelo Programa Transversal de Mentoria Interpares da U.Porto.


Com casa cheia, coube à voz magnética de Joana Manarte e às  guitarras imagéticas de Tiago Enrique ganhar vida e cor na Casa Comum, numa atmosfera quente e de grande proximidade com o público.


No seu cenário, os dois artistas apresentaram-se com um globo  terrestre luminoso, enfatizando a viagem musical pelo mundo ao longo  daqueles 90 minutos de espetáculo. Bella Ciao, Menino do Bairro  Negro, Que Força é Essa e L´Amour Est un Oiseau Rebelle, foram  alguns dos pontos altos deste espetáculo imersivo e sensorial pelo mundo da música, sempre com uma elevada participação por parte do público.

Integrar com cultura

Antes do espetáculo, Teresa Medina, Presidente da  Comissão Científico-Pedagógica da Mentoria U.Porto, sublinhou a  importância da cultura na integração dos estudantes do ensino superior, dando como exemplo o trabalho desenvolvido pela Mentoria U.Porto neste  âmbito.


Na sua intervenção, a responsável vincou o papel que a Mentoria  assume no “respeito máximo pela dignidade de todos e de cada um, e com condições para que os estudantes se sintam bem na Universidade”.


“A Mentoria U.Porto assinala os seus compromissos de integração plena  e digna de todos os estudantes, (nacionais ou internacionais), oferecendo-lhes oportunidades únicas, como o acesso a iniciativas  artísticas e culturais que contribuem para a valorização do nosso património cultural”, rematou Teresa Medina. 


Fonte: Notícias U.Porto

​​U.Porto press

Teresa Medina enalteceu o papel da cultura na integração dos novos estudantes. (Foto: Mentoria U.Porto)

Há novos podcasts no espaço virtual da Casa Comum

74. Exercícios I, Maria Fernanda Rodrigues 

Exercícios I, de Maria Fernanda Rodrigues in Asprela, Produção Independente, setembro de 2022


75. “Superstar: the Karen Carpenter Story”, de Todd Haynes (1988) 

Comentário de Francisca Simões (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC).



Mais podcasts AQUI


Alunos Ilustres da U.Porto

Alberto de Ataíde Malafaia Baptista


Alberto de Ataíde Malafaia Baptista, filho de Alberto José Baptista, diplomado em Medicina e Farmácia, e de Beatriz de Ataíde Malafaia Baptista, nasceu no Peso da Régua a 7 de agosto de 1903.


No Porto, frequentou o Liceu Alexandre Herculano (1915-1922), tendo obtido a classificação de 17 valores nas provas finais. Cursou Farmácia e Medicina na Universidade do Porto, concluindo as licenciaturas em 1926 e 1928, com as classificações de 18 e 17 valores, respetivamente.


Durante o ano letivo de 1922-23 recebeu o Prémio Química Fisiológica. No ano letivo de 1925-26, os prémios Barão de Castelo de Paiva e de Medicina Operatória, Propedêutica Cirúrgica e História da Medicina da FMUP.


Malafaia Baptista iniciou a carreira académica como assistente livre de Cirurgia na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Em 1930, e após concurso, foi nomeado assistente de Farmacologia nesta Faculdade. Em 1944 apresentou a dissertação para concurso ao lugar de professor extraordinário do 2.º grupo da FMUP e, a partir dessa altura, ficou responsável pela regência da cadeira de Farmacologia. Quatro anos mais tarde, por portaria de 23 de agosto, foi reconduzido definitivamente nas funções de professor extraordinário de Fisiologia Especial, Fisiologia Geral e Química e Farmacologia. Em 1954, apresentou-se como candidato único ao concurso para professor catedrático da cadeira de Farmacologia e Terapêutica Geral da FMUP, ficando, a partir de então (1957), responsável pela regência da cadeira de Hidrologia Geral no Instituto de Climatologia e Hidrologia da Universidade do Porto.


Além de docente na FMUP, foi Secretário desta Faculdade entre 1956 e 1958.


Entre 1929 e 1933 dirigiu o Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Militar do Porto. Em 1933 assumiu a direção técnica da Secção Norte do Instituto Pasteur de Lisboa e nos anos seguintes (1934-1936) estagiou no Instituto de Farmacologia e Terapêutica Geral da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na qualidade de bolseiro equiparado do Instituto para a Alta Cultura e como bolseiro da mesma instituição. Financiado novamente pelo Instituto para a Alta Cultura, pôde visitar em 1939 os principais centros farmacológicos europeus (em França, Inglaterra, Bélgica e Holanda). Na década de 1950 foi autorizado a dirigir o seu Laboratório de Análises Clínicas e a Secção do Norte do Instituto Pasteur de Lisboa. Foi também diretor da secção de Farmacologia do Centro de Estudos de Medicina Experimental do Instituto de Alta Cultura e vogal da comissão permanente da Farmacopeia Portuguesa (nomeado em 1957).


Alberto de Ataíde Malafaia Baptista foi membro da Sociedade Portuguesa de Biologia, da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa e da Sociedade de Hidrologia.


Com J. Afonso Guimarães, José Garrett e Walter Osswald, recebeu o 2.º prémio Pfizer, atribuído pela Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa em 1956.


Foi casado com Lídia Ferraz de Ataíde Malafaia Baptista, de quem teve 10 filhos.


Em 1965, já gravemente doente, deslocou-se a Luanda em comissão de serviço para dar início ao ensino da Farmacologia nos Estudos Gerais Universitários de Angola. Faleceu a 16 de janeiro de 1966, no Hospital de S. João, Porto.


No 1.º aniversário da sua morte realizou-se uma cerimónia em sua memória na Aula Magna da FMUP, a qual foi presidida pelo reitor da Universidade do Porto, o Professor Manuel Correia de Barros.

Sobre Alberto de Ataíde Malafaia Baptista (up.pt)

Para mais informações consulte o site da Casa Comum - Cultura U.Porto

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