Estão aí as Noites no Pátio do Museu 2026!


As "noites culturais" da U.Porto regressam em julho, ao Pátio do Polo Central do MHNC-UP. A abertura ficará a cargo  das Cantadeiras do NEFUP. Entrada livre.

Música, poesia, gastronomia e  performance... São múltiplos os motivos que vão justificar uma passagem  pelas Noites no Páto do Museu. Foto: U.Porto

É o regresso do programa cultural que promete “aquecer” as noites da  cidade do Porto durante as próximas semanas. As Noites no Pátio do Museu estão de volta em julho com um “cardápio” que promete estimular todos os sentidos. Vai haver spoken word, música experimental e industrial, música indiana, baile, performance multimédia e gastronomia. Tudo de 4 a 25 de julho, no Pátio do Polo Central do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto (MHNC-UP) e sempre sobre o olhar atento da lua.


O programa arranca, então, já no dia 4 de julho, sábado, às 21h30. Vão subir ao palco do Pátio do Museu as Cantadeiras do Núcleo de Etnografia e Folclore da U.Porto (NEFUP). Numa época fértil em festividades relacionadas com santos populares, Romaria é o tema agregador da noite, com cantigas e modas tradicionais que o grupo foi descobrindo e cantando.


Deste “território por desbravar” fazem parte cenários de festa e devoção aos santos populares, às “Senhoras” veneradas nos cumes mais altos das serranias e ao “Senhor de todos os milagres”. São estórias de romarias do presente que, no entanto, carregam memórias de romarias passadas, com momentos religiosos e profanos, de silêncio e confusão, e de devoção na exata medida da euforia da festa.


Nesta noite, as Cantadeiras irão subir ao palco com colegas do NEFUP, para “trazer à cena” uma Romaria plural e colorida, alicerçada nos temas polifónicos das Cantadeiras.

O programa das Noites no Pátio do Museu arranca com a atuação das Cantadeiras do NEFUP. (Foto: DR)

O repertório do grupo é, maioritariamente, polifónico e a capella ou com adufe de todo o país e cantares acompanhados por percussão tradicional. Há temas apresentados no cancioneiro tradicional português, enquanto outros são arranjados por diferentes compositores, nomeadamente André Ruiz e Daniela Leite Castro.


As Cantadeiras formaram-se no seio do NEFUP e integram os respetivos espetáculos, mas também se apresentam autonomamente, com oficinas e concertos em nome próprio. O NEFUP é um organismo de extensão cultural  da Universidade do Porto que se dedica à recolha e divulgação etnográfica, sob a forma de espetáculos temáticos.


Esta Romaria acontece na noite de 4 de julho, às 21h30, no Pátio do Museu, com entrada pelo Jardim da Cordoaria. O espetáculo é de entrada livre.


Durante o mês de julho, entre tantas outras propostas, vamos contar ainda com a presença de nomes como Alexander Hacke, fundador e baixista dos Einstürzende Neubauten, e Cynthia Ross, para uma noite de spoken word. É só continuar a acompanhar o programa das Noites no Pátio do Museu. Sempre gratuito. Sempre à luz do luar. 


Fonte: Notícias U.Porto

Há todo um Maravilhário para descobrir no MHNC-UP


Exposição que inaugura nova ala expositiva do Museu propõe uma viagem pelo património construído ao longo de mais de dois séculos de doações.

A exposição Maravilhário, inaugurada no passado dia 17 de junho, no Polo Central do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), propõe uma viagem pelo património construído ao longo de mais de dois séculos de doações.


Instalada numa nova ala expositiva do MHNC-UP, com cerca de 400 metros quadrados, a mostra reúne mais de 1.300 peças que representam uma pequena – mas muito  relevante – parte do vasto acervo científico do museu . “O que temos aqui é uma coleção de coleções que resulta da generosidade dos nossos doadores”, apresenta Fátima Vieira, Vice-Reitora para a Cultura da U.Porto à data da inauguração, destacando o papel destas contribuições na “democratização da cultura” e  no acesso público ao conhecimento.


“Cada entrada de uma nova peça resulta numa nova pergunta de investigação”, explicou a responsável, reforçando a ideia de que estas coleções ganham uma nova vida ao entrarem na esfera pública. A exposição reflete ainda a diversidade de origens do espólio, reunindo contributos tanto da academia como da comunidade, incluindo os primeiros  “cientistas cidadãos”.


Para o antigo Reitor da U.Porto, António de Sousa Pereira, a nova ala representa “um acrescento significativo ao espaço museológico” e uma “homenagem” aos muitos doadores — conhecidos e anónimos — que contribuíram “para termos este magnífico espólio”.


Naquele que foi um dos seus últimos atos públicos no cargo antes da  tomada de posse do novo Reitor, António de Sousa Pereira destacou  também a ambição de tornar progressivamente mais visível este  património, “de forma a que as pessoas tirem fruição e possam, de alguma maneira, cultivar-se e instruir-se sobre matérias às quais não têm habitualmente acesso”.


A visita ao Maravilhário permite ainda acompanhar a instalação de um mural da artista Ana Aragão, que se assumirá como uma  peça central do museu, reforçando o diálogo entre ciência, arte e conhecimento que atravessa toda a exposição.


Veja aqui a GALERIA DE FOTOS:

À descoberta do Maravilhário

A exposição Maravilhário. Doações ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto vai estar patente ao público até 20 de setembro de 2026. Pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e as 14h00 às 18h00.


As visitas livres são gratuitas, já as visitas orientadas e combinadas (com o Laboratório Ferreira da Silva e a exposição Gemas, Cristais e Minerais)  terão o seguinte preçário: visita orientada simples – 3 euros; visita  orientada combinada (2 exposições) – 5 euros; visita orientada combinada  (3 exposições) – 7 euros; visita orientada ao Edifício Histórico  (Reitoria + MHNC-UP) – 6 euros; visita orientada ao Edifício Histórico  (Reitoria + MHNC-UP) para colaboradores, Alumni e portadores de cartão  Porto – 3 euros.


Para grupos escolares, os preços variam entre os 3 euros (visita  orientada simples), 3 euros (visita orientada combinada a duas 2  exposições) e 5 euros (visita orientada combinada a três exposições.


Para mais informações, consultar o website do MHNC-UP. 


Fonte: Notícias U.Porto

Junho e Julho na U.Porto

Para conhecer o programa da Casa Comum e outras iniciativas, consulte a Agenda Casa Comum ou clique nas imagens abaixo.

Inventarium: Derivas da Forma | Exposição de Ana Aragão

13 ABR a 12 SET'26 
Exposição | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

YUGEN [幽玄]: UMA REITERAÇÃO POÉTICA DO JAPÃO | Exposição

15 ABR a 12 SET'26
Exposição | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui

Papagaios com Alma do Mar | Exposição

09 JUN a 31 JUL'26 
Exposição | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações  aqui

O Extraordinário no Comum | Exposição 

De 15 JUN a 26 SET'26
Exposição | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações  aqui

Rostos, Palavras e Cidade | Exposição

A partir de 16 JUN'26
Exposição | Arcadas do Edifício Histórico da U.Porto
Entrada Livre. Mais informações aqui

Noites no Pátio do Museu 2026

04 a 25 JUL'26 | 21h30
Festival | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto
Entrada Livre. Mais informações aqui

Recital Duplo: Mateus Naamã e Cristina Tomescu, piano (ciclo musical "Para além do solstício") 

30 JUN'26 | 18h00
Música | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações aqui 

Arquiteturas Film Festival na U.Porto

01 a 04 JUL'26
Cinema | Reitoria da U.Porto
Entrada Livre. Mais informações  aqui

Exoplanetas – à descoberta de Outros Mundos com a Missão PLATO

01 JUL'26 | 18h30
Palestra | Salão Nobre
Entrada Livre. Mais informações aqui 

ROMARIA  | Cantadeiras do NEFUP | Noites no Pátio do Museu

04 JUL'26 | 21h30
Música, Dança | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto
Entrada Livre. Mais informações  aqui

RIR, APESAR DE TUDO! O CINEMA POLITICAMENTE INDISCRETO DE MEL BROOKS | Ciclo de Cinema 

17 a 25 JUL'26
Cinema | Casa Comum
Entrada Livre. Mais informações  aqui

Maravilhário. Doações ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto

De 18 JUN a 20 SET'26
Ciência | Polo Central do MHNC- UP
Entrada Livre. Mais informações aqui

Club di Lettura Italiano 2025 | Clube de Leitura Italiano 2026 

10 SET, 30 OUT e 10 DEZ'26 | 19h30
Literatura | Casa Comum e ASCIPDA
Entrada Livre. Mais informações e inscrições aqui

Gemas, Cristais e Minerais

De 18 JUN a 20 SET'26
Exposição | Museu de História Natural e da Ciência U.Porto
Entrada Livre. Mais informações aqui 

E se?… Constelações de Modos de Viver o Espaço Urbano

Até 29 SET'26 
Exposição | Fundação Marques da Silva
Mais informações aqui

FRONTISPIECE | PRECIPICE

Até 27 JUN'26 
Exposição | Fundação Marques da Silva
Mais informações aqui

Corredor Cultural

Condições especiais de acesso dos estudantes do Ensino Superior a museus, monumentos, teatros e salas de espetáculos.
Mais informações aqui

The Gift levaram ‘Primavera’ à festa dos sete anos da Mentoria U.Porto

O concerto esgotado reuniu cerca de 500 pessoas no Auditório da Faculdade de Engenharia (FEUP) para assinalar o sétimo aniversário do programa Mentoria U.Porto

Foto: DR

Cerca de 500 pessoas encheram, na noite de 9 de junho, o Auditório da  Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) para assinalar o sétimo aniversário da Mentoria U.Porto. A liderar a festa estiveram os The Gift, num concerto que esgotou em menos de 30 minutos.


Num formato intimista, Sónia Tavares (voz) e Nuno Gonçalves (piano) apresentaram Um Piano e Voz,  revisitando temas da banda num registo mais depurado, centrado na voz e  na melodia. A proximidade com o público marcou o ambiente ao longo de  todo o espetáculo.


O concerto abriu com “Long Time”, e incluiu interpretações de temas como “Fácil de Entender”, “Wallpaper”, “Clássico”, “Meaning of Life” e  “Verão”, este último do álbum produzido por Brian Eno. Já na reta final,  a surpresa chegou com uma versão de “Born to Die”, de Lana Del Rey, antes do encerramento com “Primavera”, cantada em coro pela plateia.


Além da música, houve espaço para momentos de interação entre  artistas e público, num ambiente descontraído que reforçou a proximidade característica deste formato. O concerto terminou com uma longa ovação,  seguido de uma sessão de autógrafos e fotografias.


O espetáculo foi então um dos pontos altos das comemorações do  aniversário da Mentoria U.Porto, que prosseguiram a 17 de junho com as V  Jornadas da Mentoria, realizadas na Faculdade de Medicina da U.Porto (FMUP).

Criada há sete anos, a Mentoria U.Porto tem vindo a afirmar-se como  um programa de referência ao nível da integração e bem-estar dos  estudantes da Universidade.


Atualmente presente em todas as faculdades, a Mentoria aposta na  criação de ligações entre estudantes, docentes e técnicos, através da  dinamização de atividades que contribuem para uma experiência académica  mais participativa. 


Fonte: Notícias U.Porto

Há novos podcasts no espaço virtual da Casa Comum

136. “Julgamento de Tóquio”, de Masaki Kobayashi (1983)

Comentário de Yurika Watanabe (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC)

137. “Resan/The Journey”, de Peter Watkins (1987

Comentário de Miguel Santos (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC)

138. “Ritmo de uma Cidade”, de Arne Sucksdorff (1947)

Comentário de Gloria Biasion (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC)

209. Tardia juvenília, Nuno Artur Silva

“Tardia juvenília”, de Nuno Artur Silva, in Erros Meus – Poesia Incompleta, 2026, p. 451.


8. Determinação e ambiguidade

No oitavo episódio, tentamos acompanhar a intensidade de duas personagens. Em Uma Mãe e o seu Filho, de Saeed Roustayi, uma mulher iraniana de meia-idade faz o menos pacífico dos lutos pela morte do seu filho. Com Dois Procuradores,  Sergei Loznitsa recua a um dos períodos mais negros da história da  União Soviética para sugerir que o “sistema” não pode ser questionado a  partir de dentro. Mas há mais: a estreia de Leibniz – Crónica de um Pintura Perdida (Edgar Reitz), uma revisitação a Mean Streets (Martin Scorsese), a homenagem por ocasião do falecimento de Marjane Satrapi (Persépolis, 2007), a exposição Arte e Moda (a decorrer atualmente na Gulbenkian) e a divulgação do programa completo do ciclo Rir, apesar de tudo! O cinema politicamente indiscreto de Mel Brooks, programado pelo cabiriense Francisco Noronha, a ter lugar entre 17 e 25 de julho na Casa Comum.

7. Maria João Macedo

O percurso de Maria João Macedo reflete  uma prática onde o design gráfico, a cultura e a participação cívica se  cruzam de forma consistente. Licenciada em Design da Comunicação e  Mestre em Design Gráfico e Projetos Editoriais pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, desenvolve desde 2008 projetos  editoriais e identidades visuais para artistas, curadores e instituições  culturais. Enquanto diretora criativa do estúdio Macedo Cannatà, tem assinado identidades visuais para instituições e  projetos de referência, como o Batalha Centro de Cinema, a Culturgest e a  5.ª Bienal de Design de Istambul. Paralelamente, tem estado ligada a iniciativas culturais independentes, destacando-se a cofundação do  Sismógrafo e, mais recentemente, do movimento “Serpentina: A Brincadeira está na Rua!”, que promove a participação das comunidades na criação de  espaços públicos mais inclusivos. Neste episódio do Alumni Mundus – Serviço Público,  damos a conhecer um percurso onde o design se afirma como uma  ferramenta de intervenção cultural, participação cívica e transformação  das cidades.


Mais podcasts AQUI


Alunos Ilustres da U.Porto

Emerenciano Rodrigues

Emerenciano da Silva Rodrigues nasceu em Ovar, em 1946.


Fez o curso de Pintura Decorativa na Escola de Artes Decorativas Soares do Reis (atual Escola Artística de Soares dos Reis) e o Curso Complementar de Pintura (1976) na Escola Superior de Belas Artes do Porto.


Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, instituição que financiou a sua pós-graduação e uma viagem de estudo a Paris.


Emerenciano participou em exposições coletivas desde os anos 60, não só em Portugal mas também no estrangeiro – Brasil, Suécia, Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Hungria, Itália, Bulgária.


Expôs individualmente desde a década de 70, em cidades como Leiria, Porto, Coimbra, Ovar, Lisboa, Figueira da Foz, Vila das Aves, Gondomar, Santa Maria da Feira, Cascais e Espinho.


Autor de uma pintura próxima da escrita, dedicou-se também, desde 1980, à Arte-Postal e à Poesia Visual, bem como à ilustração de livros infantis, juvenis e de poesia.


No campo da Arte Pública produziu painéis de azulejos para o Posto de Turismo (1999) e para a Praia do Furadouro (2005), em Ovar, e para a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral, Vila Real (2001); e, ainda, um monumento em homenagem ao boxeur Santa Camarão (Ovar, 2006).


Foi autor do álbum de desenhos Escutar as Mãos (1992), com poema de Eugénio de Andrade; do livro de poesia e desenhos A mão tingida sobre o espelho / Chão prisão do mundo (1998), de Idade das Idades: 69 desenhos (2001), de Assimetria do Ser: poesia e desenhos (2005), prefaciado por Mário Cláudio, e de Impura Atitude: desenhos (2007). Fez ainda ilustração para a obra A Rua Chão da Escada: palavras e imagens (1993).


A sua produção artística integra várias coleções públicas e privadas, como a do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a das câmaras municipais de Oeiras, Ovar e Pernik (Bulgária), a da Caixa Geral de Depósitos, a da Associação Empresarial de Portugal e a da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto. 


Em 2000 representou a Câmara Municipal de Ovar num Plenário Internacional de Artistas que se realizou em Pernik, na Bulgária, em 2024 a edilidade dedicou-lhe um conjunto de iniciativas, nos 50 anos de atividade artística, que culminou com o lançamento do livro Emerenciano, 50 anos entre a pinturas e a escrita – 1973/74 a 2023/24.


U.Porto - Antigos Estudantes Ilustres da Universidade do Porto: Emerenciano Rodrigues


Site Autárquico da CM Ovar Município de Ovar lança “EMERENCIANO”, livro que assinala os 50 anos de uma atividade artística

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