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Noites (no Pátio) para saborear Vinho do Porto e ouvir música brasileiraDespertar as papilas gustativas para depois assistir a uma "Sexta-Feira Brasileira", com Rodrigo Alzuguir e os guitarristas brasileiros Walter Lopes e Yuri Reis. Entrada livre. Rodrigo Alzuguir vai celebrar a música popular brasileira com concerto de homenagem a João Bosco e Aldir Blanc. Foto: DR
Vinho do Porto e música popular brasileira são os “ingredientes” do “cardápio de fusão” das próximas Noites no Pátio do Museu. Basta colocar na agenda: dias 16 e 17 de julho, a partir das 21h30. A entrada no Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto é gratuita e faz-se pelo Jardim da Cordoaria. Tal como tem vindo a acontecer em edições anteriores das Noites no Pátio do Museu, este ano voltamos a acolher uma prova de vinhos comentada. No âmbito da 5.ª Festa da Língua e da Cultura Francesa, organizada pelo Consulado Honorário de França no Porto, lançamos um desafio: conhecer outras formas de servir e saborear um Vinho do Porto. A sessão terá lugar às 21h30 no dia 16 de julho.
A sessão será organizada pela produtora Granvinhos e contará com a presença do respetivo diretor-geral. A entrada é gratuita, mas limitada a 70 lugares e de inscrição prévia obrigatória.
Depois, “cruzamos o atlântico” para ficar com “outro travo” na voz. O legado de João Bosco (cantor, compositor e guitarrista) e Aldir Blanc (letrista, compositor, cronista e médico) servirá de portal de acesso ao universo da música popular brasileira. No ano em que se assinalam os 80 anos do nascimento de ambos, existe ainda outra data para celebrar: os 50 anos de lançamento de Galos de Briga, considerado por muitos como o ponto mais alto da colaboração entre estas duas grandes referências da música que nos chega do Brasil. Com humor, lirismo, critica social e sofisticação musical e literária, esta colaboração de mais de duas décadas reinventou a canção brasileira. A dupla produziu mais de uma centena de canções, estabelecendo um diálogo muito singular entre o samba, o jazz e a tradição popular. "Dois Pra Lá, Dois Pra Cá" é um dos exemplos de notoriedade nacional e internacional, nomeadamente após a interpretação de Elis Regina. Existem, no entanto, muitas outras canções que continuam a reverberar na memória coletiva, como por exemplo, "O bêbado e a equilibrista"; "Corsário"; "De frente pro crime" e "Kid cavaquinho". De referir ainda "O ronco da cuíca" e "Incompatibilidade de gênios", do álbum Galos de Briga. Gravado em 1976, é um trabalho povoado de crítica social e política, apontando o dedo à pobreza e à opressão da sociedade civil pelo regime ditatorial brasileiro.
Depois da terceira edição das Quintas Brasileiras, Rodrigo Alzuguir regressa à U.Porto, no dia 17 de julho às 21h30, para uma imersão no universo de João Bosco e Aldir Blanc. Sem abdicar das tradicionais projeções de imagens, documentos e curiosidades históricas e culturais, Rodrigo vai “dar-nos música”, acompanhado pelos guitarristas brasileiros Walter Lopes e Yuri Reis, ambos residentes no Porto. Os três músicos em palco prometem dar-nos a conhecer muitas das histórias associadas a uma das obras mais originais da música popular brasileira.
O programa das Noites no Pátio do Museu vai continuar até 25 de julho. A programação pode ser consultada na integra aqui.
Fonte: Notícias U.Porto
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i3S integra projeto premiado para estudar impacto das artes no envelhecimento saudávelProjeto financiado com 150 mil euros junta ciência, saúde e artes. O i3S lidera a análise molecular de investigação sobre envelhecimento saudável. Fábio Teixeira (à esquerda) durante a cerimónia de entrega da Bolsa Amélia de Mello - Inovação Social - 2026, uma iniciativa da Fundação Amélio de Mello (FAM), realizada no Centro Cultural de Belém (CCB), 30 de junho de 2026. Fotografia: FAM
O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto integra o consórcio responsável pelo projeto Art4Aging – Art, Brain, Social and Healthy Aging, distinguido com a Bolsa de Investigação Amélia de Mello – Inovação Social, no valor de 150 mil euros. A iniciativa, coordenada pela Santa Casa da Misericórdia de Marco de Canaveses, em parceria com o i3S e o Centro Clínico Académico de Braga (2CA-Braga), foi premiada pela Fundação Amélia de Mello, em parceria com a Nova SBE, pelo seu potencial para gerar impacto social através da investigação científica. “O Art4Aging pretende avaliar, com base em evidência científica e clínica, o impacto de um programa multimodal de artes no envelhecimentos audável”, explica Fábio Teixeira, investigador do grupo Addiction Biology do i3S. O projeto irá acompanhar pessoas idosas ao longo de três anos, recorrendo a atividades de artes visuais, música, dança, artes culinárias e dinâmicas de grupo, complementadas com avaliações cognitivas, psicológicas, funcionais e técnicas avançadas de neuroimagem e análise molecular.
No âmbito do consórcio, o i3S será responsável pela análise de amostras biológicas dos participantes. “Vamos recorrer a abordagens avançadas de proteómica e transcriptómica para identificar potenciais biomarcadores associados ao envelhecimento saudável e às alterações induzidas pela intervenção artística”, afirma Fábio Teixeira.
Segundo o investigador, esta vertente permitirá aprofundar o conhecimento sobre os mecanismos biológicos envolvidos nos benefícios da participação em atividades artísticas. “O nosso objetivo é compreender melhor os processos biológicos subjacentes a estas intervenções e explorar novas ferramentas para monitorizar o seu impacto na saúde e no envelhecimento”, acrescenta.
Ao combinar investigação biomédica de ponta com uma intervenção social inovadora, o Art4Aging procura validar cientificamente estratégias não farmacológicas para promover a saúde cerebral, a cognição social e o bem-estar das pessoas idosas. “Esta distinção reconhece o potencial da arte como ferramenta de promoção da saúde e reforça a importância de abordagens inovadoras e não farmacológicas para responder aos desafios do envelhecimento da população”, sublinha Fábio Teixeira.
A ambição do projeto passa ainda por desenvolver um protocolo cientificamente validado, de baixo risco e facilmente replicável em instituições culturais, centros comunitários e outras organizações que trabalham com pessoas idosas, contribuindo para que este modelo possa ser implementado em diferentes contextos.
A Bolsa de Investigação Amélia de Mello distingue projetos científicos com elevado potencial de impacto social. A distinção do Art4Aging reforça a importância da colaboração entre instituições de investigação, parceiros clínicos e entidades sociais na criação de soluções inovadoras para promover um envelhecimento mais saudável e ativo.
Fonte: Notícias U.Porto
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Julho na U.Porto
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Para conhecer o programa da Casa Comum e outras iniciativas, consulte a Agenda Casa Comum ou clique nas imagens abaixo.
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Inventarium: Derivas da Forma | Exposição de Ana Aragão
Entrada Livre. Mais informações aqui
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YUGEN [幽玄]: UMA REITERAÇÃO POÉTICA DO JAPÃO | Exposição
Entrada Livre. Mais informações aqui
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Papagaios com Alma do Mar | Exposição
Entrada Livre. Mais informações aqui
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O Extraordinário no Comum | Exposição
Entrada Livre. Mais informações aqui
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Rostos, Palavras e Cidade | Exposição
Exposição | Arcadas do Edifício Histórico da U.Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Noites no Pátio do Museu 2026
Festival | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Vinho do Porto: outras formas de o servir e saborear
Prova de vinhos | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Rodrigo Alzuguir, com Walter Lopes e Yuri Reis (palestra-concerto)
Música | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Colectivo de Poesia - Poetas a Várias Vozes | Mário Quintana
Poesia | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Sitar Jugalbandi – Ragas da Índia do Norte em diálogo com a tradição carnática
Música | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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SUPPLICA | Espetáculo Audiovisual
Espetáculo audiovisual | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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Jano | Dullmea em concerto no Pátio do Museu
Música | Museu de História Natural de da Ciência da U,Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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RIR, APESAR DE TUDO! O CINEMA POLITICAMENTE INDISCRETO DE MEL BROOKS | Ciclo de Cinema
Entrada Livre. Mais informações aqui
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Club di Lettura Italiano 2025 | Clube de Leitura Italiano 2026
10 SET, 30 OUT e 10 DEZ'26 | 19h30 Literatura | Casa Comum e ASCIPDA Entrada Livre. Mais informações e inscrições aqui
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Maravilhário. Doações ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto
Ciência | Polo Central do MHNC- UP Entrada Livre. Mais informações aqui
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Gemas, Cristais e Minerais
Exposição | Museu de História Natural e da Ciência U.Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
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E se?… Constelações de Modos de Viver o Espaço Urbano
Exposição | Fundação Marques da Silva
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Corredor Cultural
Condições especiais de acesso dos estudantes do Ensino Superior a museus, monumentos, teatros e salas de espetáculos.
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Teatro Anatómico da FMUP recebe o Dr. FrankensteinProdução da companhia Noitarder estará em cena no final do mês de julho e procura explorar a história da Medicina a partir do romance de Mary Shelley. O Teatro Anatómico da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) vai acolher, no final do mês, cinco récitas da peça de teatro Dr. Frankenstein, uma criação da associação cultural Noitarder. A estreia está marcada para o dia 24 de julho, às 19h00, estando previstas mais quatro récitas, sempre à mesma hora, nos dias 25, 28, 29 e 30 de julho. Criado a partir do romance Frankenstein, de Mary Shelley, o espetáculo tem direção artística, dramaturgia e interpretação de Raquel S., fundadora da Noitarder, segundo a qual a peça procura pensar a história da Medicina, explorando, conforme se lê na sinopse, “o caminho entre as curas medievais e a experimentação científica”. Embora parta do clássico da literatura, a peça não se encerra nele, ousando “pensar acerca do cruzamento entre medicina, ciência, magia e literatura enquanto lugar de conceção de novos mundos possíveis e de novos olhares”.
Trata-se, acrescenta Raquel S., de “um monólogo que reflete acerca da prática artística enquanto forma de observação: tal como a Medicina precisa de distância, também o trabalho artístico exige, mesmo sem ser científico, um olhar que observe e encontre formas de repensar”.
“Pela primeira vez, vou ser intérprete do meu próprio texto, porque, na escrita e na pesquisa, fui descobrindo que o Dr. Frankenstein é também acerca do que é escrever e do que é usarmos retalhos da nossa vida para pensar artisticamente”, explica a dramaturga.
A FMUP será, refira-se, parceira deste que será o nono espetáculo da Noitarder. “As parcerias são muito importantes não só para garantir o precioso apoio durante a fase da pesquisa, como também para nos colocar em contacto com novos públicos, fazendo-nos chegar a pessoas que já têm interesse nos temas que trabalhamos”, enfatiza Raquel S..
Desde a sua fundação, em 2018, a Noitarder tem procurado cruzar o teatro, a literatura e a filosofia. Alguns dos espetáculos anteriores da associação cultural são, aliás, descritos como “peças de pensamento”, como sucede com Longe, de 2018, e Ruído, de 2021, os quais relacionaram ciência e teatro, procurando formas cénicas que coloquem questões e permitam a reflexão.
A entrada nas récitas será gratuita, mas está sujeita a reserva prévia através do e-mail reservas.noitarder@gmail.com.
Fonte: Notícias U.Porto
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Há novos podcasts no espaço virtual da Casa Comum |
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141. “Photon”, de Norman Leto (2017)
Comentário de João Nunes (Curso Avançado de Documentário KINO-DOC)
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“Club Méditerranée”, de Nuno Artur Silva, in Erros Meus – Poesia Incompleta, 2026, p. 142.
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Alunos Ilustres da U.PortoEmília SilvestreEmília Silvestre (foto DR) Maria Emília Cabral Silvestre nasceu no Porto a 29 de maio de 1960. Desde criança que gostava de fazer "teatros" na casa da avó, nos quais os irmãos eram chamados a participar ou simplesmente a assistir, mas só mais tarde veio a frequentar o Teatro. O seu sonho de menina era ser freira, devido ao fascínio exercido pelas religiosas (traje, ritual, pose e voz) que povoavam o colégio onde estudou.
No Liceu Carolina Michaelis foi induzida a fazer testes para uma adaptação d' A Bela Adormecida, encenada por Correia Alves, na qual conseguiu o papel da protagonista, o que lhe valeu a convicção, por parte do seu promotor, de que seria futuramente uma atriz.
Contudo, a experiência teatral mais decisiva teve lugar em 1973, quando participou no primeiro espetáculo da Companhia Seiva Trupe, com uma peça dedicada às crianças e intitulada Muscalim na Praça dos Brinquedos. Foi na sequência da participação nesta peça que, um ano depois, integrou o elenco do Teatro Experimental do Porto, no qual se conservou até 1986.
No decurso da sua carreira artística fez parte de outras companhias teatrais ("Tear", "Os Comediantes" e a do "Teatro de S. João"), representou obras de autores, clássicos e contemporâneos, como William Shakespeare, Tchékhov e Bertolt Brecht e trabalhou com grandes encenadores, como Ricardo Pais, Rogério Paulo, Robert Delawere, Merino, Blanco-Gil, José Cayolla, Moncho Rodriguez, Fernando Gusmão, Fernanda Lapa, Rogério de Carvalho, Toni Servillo, Nuno Carinhas, João Grosso, Carlos Pimenta.
Para além de dirigir dobragens, na TV participou em séries como A Viúva do Enforcado, Club Paraíso, Os Andrades, Ora Viva, Elsa uma Mulher Assim, Triângulo J e na peça O Motim. No cinema protagonizou uma personagem do filme Terra Fria, de Jorge Campos, e na rádio fez spots publicitários e gravou peças teatrais.
Emília Silvestre frequentou cursos de interpretação, de voz e de locução, com profissionais como M. Shelly e Lynn A., Roberto Merino, Polina Klimovetskaya, Julie-Wilson Dickson, Luís Madureira e Kuniaki Ida. Em 1996, com Jorge Pinto, fundou o Grupo Ensemble – Sociedade de Atores.
Em paralelo com as atividades artísticas, a atriz, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, também se dedica ao ensino, lecionando na Academia Contemporânea do Espetáculo e na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo, no Porto.
Em 2001 foi distinguida pela Câmara Municipal do Porto com a Medalha de Mérito Cultural, grau de Ouro, e, em 2007, recebeu da Associação de Críticos de Teatro o Prémio Menção Honrosa Especial pela sua carreira.
U.Porto - Antigos Estudantes Ilustres da Universidade do Porto: Emília Silvestre
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