|
Colectivo de Poesia da U.Porto celebra a obra de Andreia C. FariaO próximo encontro do Colectivo de Poesia realiza-se a 15 de setembro na Casa Comum e será dedicado à obra da poeta portuense Andreia C. Faria. Entrada livre. Andreia C. Faria será a autora homenageada na primeira sessão da nova temporada do Colectivo de Poesia. Foto: DR
Após a pausa de verão, o Colectivo de Poesia da Universidade do Porto regressa à Casa Comum (à Reitoria) para inaugurar o novo ano letivo com uma sessão dedicada a uma das vozes mais relevantes da poesia portuguesa contemporânea. O encontro realiza-se no dia 15 de setembro, pelas 21h30, no auditório da Casa Comum. Integrada no ciclo Colectivo de Poesia – Poetas a várias vozes, a sessão convida participantes e público a ler, explorar, debater e celebrar a obra de Andreia C. Faria, autora cuja escrita tem conquistado reconhecimento junto da crítica e da comunidade literária. A participação é gratuita e aberta a todos os interessados, sendo bem-vindos contributos através de leituras e comentários.
Natural do Porto, Andreia C. Faria nasceu em 1984 e é licenciada em Jornalismo e Ciências da Comunicação (2006) e mestre em Estudos Anglo-Americanos (2011) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). A sua estreia editorial aconteceu em 2008, com a publicação de De haver relento (Cosmorama Edições). Seguiram-se Flúor (Textura Edições, 2013), Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração (Edições Artefacto, 2015) e Tão Bela Como Qualquer Rapaz (Língua Morta, 2017). Esta última obra recebeu o Prémio SPA 2017 para Melhor Livro de Poesia, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.
O reconhecimento da autora estende-se também ao meio literário. Para o escritor Valter Hugo Mãe, “o trabalho de Andreia C. Faria está entre os mais urgentes, magníficos, da poesia contemporânea”. O autor destaca ainda “a sua profundidade, uma contenção que não a impede da frontalidade, o enunciado terrivelmente irónico e o rasgo inesperado de cada verso”, apontando a singularidade da sua voz no panorama poético atual.
O Colectivo de Poesia reúne-se regularmente na terceira terça-feira de cada mês (Foto: Alexandre Afonso / Casa Comum)
Um ano de poesia já com agenda definidaO encontro dedicado a Andreia C. Faria marca o arranque de mais uma temporada do Colectivo de Poesia, iniciativa que se realiza regularmente na terceira terça-feira de cada mês, na Casa Comum da U.Porto. Os próximos meses já têm protagonistas definidos. Em outubro, as leituras serão dedicadas a Natércia Freire; em novembro, o destaque vai para o poeta portuense Manuel António Pina; e dezembro será dedicado à obra de Rosa Alice Branco. Ao longo de 2027, serão revelados novos autores e autoras que integrarão o programa do Colectivo de Poesia.
Além dos membros permanentes, o público é convidado a participar ativamente nas sessões, através de leituras, comentários e momentos de reflexão partilhada. Cada encontro começa com uma breve contextualização do universo literário em análise, recuperando elementos biográficos, notícias, entrevistas e outros materiais que ajudem a compreender o percurso e a obra dos autores.
Os poetas selecionados mantêm, habitualmente, uma ligação ao mês em que são celebrados, seja através das suas datas de nascimento ou de falecimento, e pertencem ao universo da lusofonia, reforçando o propósito do coletivo de promover o conhecimento e a valorização do património poético de língua portuguesa.
Fonte: Notícias U.Porto
|
|
|
|
|
|
|
|
Ana Aragão a propósito da exposição "Inventarium: Derivas da Forma" Nesta entrevista, Ana Aragão partilhou o processo criativo e as ideias que deram origem a Inventarium: Derivas da Forma, uma exposição que explorou a capacidade dos seus desenhos de se expandirem para novas materialidades e dimensões. Ao longo da conversa, a artista refletiu sobre a relação entre desenho, espaço e transformação, revelando como uma mesma linguagem visual podia gerar múltiplas formas de existência.
Em diálogo com as esculturas de Frederico Diz, os seus desenhos afirmaram-se como ponto de partida para um universo em permanente desenvolvimento. A exposição Inventarium: Derivas da Forma esteve patente na Casa Comum até 12 de setembro de 2026 e proporcionou ao público uma experiência de descoberta em torno das possibilidades do desenho e da forma. Veja aqui o vídeo entrevista.
|
|
|
|
|
|
|
|
Setembro na U.Porto
|
Para conhecer o programa da Casa Comum e outras iniciativas, consulte a Agenda Casa Comum ou clique nas imagens abaixo.
|
|
|
|
|
|
Rostos, Palavras e Cidade | Exposição
Exposição | Arcadas do Edifício Histórico da U.Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
O Extraordinário no Comum | Exposição
Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
Colectivo de Poesia - Poetas a Várias Vozes | Andreia C. Faria
Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
Sob a Força das Coisas, de Virgílio Borges Pereira e Yasmine Siblot | Apresentação do Livro
Apresentação de Livro | Casa Comum Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
Jornadas Europeias do Património na Universidade do Porto
Visita orientada, workshop, exposição, conversa | Vários locais Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
Club di Lettura Italiano 2025 | Clube de Leitura Italiano 2026
28 OUT e 10 DEZ'26 | 19h00 Literatura | Casa Comum e ASCIPDA Entrada Livre. Mais informações e inscrições aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
Maravilhário. Doações ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto
Ciência | Polo Central do MHNC- UP Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
Gemas, Cristais e Minerais
Exposição | Museu de História Natural e da Ciência U.Porto Entrada Livre. Mais informações aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
E se?… Constelações de Modos de Viver o Espaço Urbano
Exposição | Fundação Marques da Silva
|
|
|
|
|
|
Corredor Cultural
Condições especiais de acesso dos estudantes do Ensino Superior a museus, monumentos, teatros e salas de espetáculos.
|
|
|
|
|
|
|
|
A Feira do Livro em Língua Mirandesa está de volta à FLUPA segunda edição do evento dedicado à literatura escrita na segunda língua oficial do país vai decorrer de 15 a 17 de setembro. Entrada livre. É já este mês que o átrio da entrada principal da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) se vai preencher novamente com publicações numa mui çtinta lhéngua. Após a edição inaugural em 2025, a Feira do Livro em Língua Mirandesa regressa de 15 a 17 de setembro, no âmbito do protocolo da FLUP com a Câmara Municipal de Miranda do Douro (2025-2027) e dos cursos livres Mirandês: Língua e Cultura I e Mirandês: Língua e Cultura II. Livros infantis de vocabulário básico, novelas gráficas e clássicos da literatura ou da banda desenhada traduzidos e ensaios científicos dedicados ao estudo e preservação do idioma, são exemplos das obras que vão estar disponíveis.
Os participantes poderão também encontrar publicações dedicadas à gramática do mirandês, registos da tradição oral, estudos sobre as características territoriais e populacionais de Miranda do Douro e da região transmontana.
l(Esq.- dta.) A formadora do curso de Mirandês. Dra. Ana Afonso, a Diretora da FLUP, Professora Paula Pinto, e o responsável pelo Centro de Estudos Mirandeses, Professor José Meirinhos na 1.ª edição da feira em 2025. (Foto: DR)
O curso livre Mirandês: Língua e Cultura I, presente na oferta formativa da FLUP com regularidade desde 2019, tem candidaturas abertas até ao dia 14 de setembro de 2026. A inscrição é gratuita para as/os 15 estudantes selecionadas/os, com o apoio da Câmara Municipal de Miranda do Douro. Ao ensino regular do idioma, onde se aborda gramática, sintaxe, semântica e conversação, a formadora, Ana Afonso, adiciona, ainda, o estudo do contexto histórico da formação e desenvolvimento da Língua Mirandesa, e de atividades culturais e tradições locais, proporcionando aos participantes “uma imersão abrangente neste património linguístico e cultural singular”.
Ambas as iniciativas provêm da estreita colaboração entre a FLUP e o Centro de Estudos Mirandeses e a Câmara Municipal de Miranda do Douro , desenvolvida no último ano, tendo em vista a promoção da língua e cultura mirandesas. A formação estruturada de novos falantes do mirandês, bem como a divulgação próxima ao público de literatura mirandesa visam a preservação e expansão do uso do idioma no panorama cultural do país a longo prazo.
Fonte: Notícias U.Porto
|
|
|
|
|
|
|
|
Há novos podcasts no espaço virtual da Casa Comum |
|
|
12. De Rangum a Macau: a última etapa
Os aviadores atravessam a península da Indochina, ultrapassando primeiro as cordilheiras costeiras e as densas florestas que separam a Birmânia da Tailândia, e depois sobrevoando este país até ao seu extremo leste. Em seguida, rumam para norte em direção a Hanói, no Vietname, então capital da Indochina Francesa. A chuva e a nebulosidade dificultam cada vez mais a progressão, e na última etapa a tempestade redobra de intensidade à medida que o Pátria 2 se aproxima de Macau. Por isso, não consegue aí pousar. Tal como sucedera no deserto indiano com o seu antecessor, o avião ficará inutilizado numa aterragem forçada, não muito longe do território português. Recebidos em Macau, os aviadores, aclamados, regressam depois à metrópole. A Viagem do Pátria chega ao seu fim.
|
|
|
|
|
|
|
|
49. Adolescência e adultícia, desejo e parentalidade
Antes da pausa para as férias de verão, as Noites passam por Little Trouble Girls, da eslovena Urška Djukić, e L’aventura, da francesa Sophie Letourneur. Se o primeiro explora os mecanismos do desejo adolescente e do despertar sexual, o segundo examina sobretudo as engrenagens do quotidiano de um casal em férias com os filhos. Há ainda tempo para abordar o atual fenómeno do filme de terror (através de Backrooms e Obsessão) e, ainda, o livro At the Burning Abyss: Experiencing the Georg Trakl Poem, de Franz Fühmann. As Noites de Cabíria voltam em setembro.
|
|
|
|
|
|
Maria João Ponces é professora auxiliar da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, onde se formou, especializou em Ortodontia, concluiu o doutoramento e a agregação. Concilia a docência, a investigação no INEGI e a prática clínica, destacando-se também pela participação em entidades profissionais e pelo seu compromisso com o desenvolvimento da Medicina Dentária e o serviço à comunidade
10. José António Aranda da Silva
José António Aranda da Silva construiu uma carreira de referência na área farmacêutica, destacando-se pelo serviço público, pela regulação do medicamento e pela liderança institucional. Licenciado em Farmácia pela Universidade do Porto, foi o primeiro presidente do INFARMED e bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, além de ter desenvolvido atividade docente e desempenhado funções de relevo em organismos nacionais e europeus ligados à saúde. Reconhecido pelo seu contributo para a farmácia e as políticas de saúde, foi distinguido pela Universidade do Porto com o título de Doutor Honoris Causa.
|
|
|
|
|
|
|
|
213. Poema 1, Inez Andrade Paes
“Poema 1”, de Inez Andrade Paes, in Paredes abertas ao céu, 2010. 214. Afonso e Glória, Inez Andrade Paes
“Afonso e Glória”, de Inez Andrade Paes, in Paredes abertas ao céu, 2010. 215. Tarde, Inez Andrade Paes
“Tarde”, de Inez Andrade Paes, in Paredes abertas ao céu, 2010. 216. Poema 19, Inez Andrade Paes
“Poema 19”, de Inez Andrade Paes, in Paredes abertas ao céu, 2010.
|
|
|
|
|
|
111. La raposa i las ubas
“Essas inda stan berdes.” Ua cuonta tradecional adaptada para mirandés por Alcides Meirinhos, seguida dua berson de Bocage.
112. La lhiebre i l sapo concho
“– Çamora nun se fizo nua hora!” Ua cuonta de La Fontaine adaptada para mirandés por Alcides Meirinhos.
|
|
|
|
|
|
|
|
4. Light, Memory and Silence: Hélène Binet and the Experience of Architecture
A conversation with Hélène Binet moderated by Maria Neto and with contributions by Pedro Leão Neto. Main editorial axis: Photographers: paths, practices and ways of seeing. Central theme: Photography as experience, interpretation and awareness towards architecture. Focus of the conversation: – the path, training and main influences of Hélène Binet; – analog photography, biding one’s time and developing an attentive look; – photography as reading, translation and interpretation of architecture; – the construction of an authorial language through light, matter, fragment and silence; – the relationship between atmosphere, memory, ruin and the passage of time; – the dialogue of her work with architects such as Peter Zumthor, Zaha Hadid and Daniel Libeskind; – the ambiguity of – and openness to – image interpretation; – the ability of photography to slow down perception and resist the standardization of contemporary visual culture.
|
|
|
|
|
|
Alunos Ilustres da U.PortoEugénio MoreiraAutorretrato de Eugénio Moreira do Museu Nacional Soares dos Reis Eugénio Moreira nasceu no Porto em 1871. Frequentou a Escola Médico-Cirúrgica do Porto (1892-1895), transferindo-se, depois, para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. Nesta cidade conviveu com o grupo da Boémia Nova, mantendo relações de amizade com os escritores portuenses António Nobre (1867-1900), Alberto de Oliveira (1873-1940) e, em especial, com Agostinho de Campos (1870-1944). Regressou ao Porto sem ter concluído o curso, matriculando-se na Academia Portuense de Belas Artes. Porém, não chegou a diplomar-se.
Vale de Penacova, de Eugénio Moreira, do Museu Nacional Soares dos Reis Viveu alguns anos em Paris, onde frequentou a Academia Julien e a Academia Décluse. Foi discípulo de Jean Paul Laurens (1838-1921) e de Benjamin Constant (1845-1902) e recebeu influências de pintores dos movimentos impressionista, fauvista e Nabis. Visitou museus e templos italianos, registando as suas impressões em guias de viagem. De regresso a Portugal, estudou paisagem e figuras portuguesas. Percorreu o Minho, em especial a zona de Vila Praia de Âncora, e Vale de Penacova na Beira, detendo-se nas terras do Mondego. Em 1907 expôs no ateliê do escultor Fernandes de Sá, seu companheiro e amigo.
Em fevereiro de 1913, com 42 anos de idade, era vítima de doença mental.
Artista da segunda geração de naturalistas e ignorado em vida, Eugénio Moreira foi homenageado postumamente numa exposição organizada pelo seu sobrinho, Fernando Ferrão Moreira, no Ateneu Comercial do Porto (1956).
Obra de Abel Salazar dedicada a Eugénio Moreira editado, postumamente, em 1955
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Copyright © *2020* *Casa Comum*, All rights reserved. Os dados fornecidos serão utilizados apenas pela Unidade de Cultura da Universidade do Porto para o envio da newsletter da Casa Comum, bem como para divulgação futura de iniciativas culturais. Se pretender cancelar a recepção das nossas comunicações, poderá fazê-lo a qualquer momento para o e-mail cultura@reit.up.pt, ou clicar em Remover, após o que o seu contacto será prontamente eliminado da nossa base de dados. Quaisquer questões sobre Proteção de Dados poderão ser endereçadas a dpo@reit.up.pt.
|
|
|
|
|