E SE?...
constelações de modos de viver o espaço urbano
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Casa-Atelier José Marques da Silva • 19.03 a 29.09.2026
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A exposição E SE?... constelações de modos de viver o espaço urbano, com curadoria de Tiago Castela e co-curadoria de Fátima Vieira, parte de uma premissa, a de procurar nos arquivos da Fundação Marques da Silva, onde se encontram mais de 60 acervos de arquitetos portugueses, projetos que, por circunstâncias diversas, não se cumpriram e, nessa qualidade de futuros interrompidos, transformá-los em matéria crítica para pensar as cidades que habitamos, afinal, enquanto apenas uma das suas versões possíveis. Ou seja, fazer do arquivo um espaço de especulação, onde esses futuros suspensos se tornam meio e ferramenta para imaginar outros modos de viver o espaço urbano: de o prolongar; de o atravessar; de nele viver em conjunto; de o encenar. Serão estes os quatro núcleos/constelações a partir dos quais a exposição se vai construindo.
São 12 projetos os projetos que nela se mostram: Contemporânea; David Moreira da Silva; Fernando Távora; Germano de Castro; GPA – Grupo de Planeamento e Arquitectura; José Forjaz; José Porto; Manuel Botelho; Manuel Teles e Santiago Calatrava. No seu conjunto, percorrem uma linha de tempo que se estende da década de 40 do século XX aos primeiros anos do novo milénio, abrangendo como território de trabalho o norte de Portugal (Porto, Vila do Conde, Barcelos e Aveiro), a área metropolitana de Lisboa e as cidades africanas de Luanda, Maputo e Beira.
E SE?... constelações de modos de viver o espaço urbano inaugura hoje, dia 19 de março, às 18h, juntamente com a exposição FRONTISPIECE | PRECIPICE, e ficará patente ao público an Casa-Atelier José Marques da Silva até 26 de setembro de 2026. (ver+)
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Palacete Lopes Martins • 19.03 a 27.07.2026
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FRONTISPIECE | PRECIPICE assume-se como uma exposição-processo, que se desenvolve a partir do diálogo entre a Gravura e a Arquitetura. Com curadoria de Graciela Machado, apresenta obras obras de meia centena de artistas vindos dos mais diversos pontos do mundo, que se reinventam no confronto com o Palacete Lopes Martins e com o dispositivo que as acolhe.
A exposição organiza-se em três núcleos — Fundo, Entreato, e Construção — que configuram diferentes momentos deste processo. No Fundo, apresentam-se os materiais, ensaios e dispositivos que dão a ver meses de trabalho e investigação; no Entreato, espaço de passagem em relação com o jardim e com a cidade, decorrem ações ainda em curso, prolongando a exposição através de gestos performativos e de um diálogo com o Porto; na Construção, o Palacete torna-se casa habitada pelas obras, uma arquitetura que acolhe, distribui e sustenta este precipício de ideias.
Este espaço expositivo, um território de liberdade criativa, de experimentação e de questionamento crítico, inclui ainda a ativação de uma extensão satélite no Teatro Nacional São João, com a exibição temporária, no foyer, de uma peça que estabelece uma ligação material e simbólica entre os dois espaços. Esta presença no Teatro, com curadorida de Noémia Herdade Gomes, prevê ainda a ativação de um ciclo de encontros e conversas para promover o diálogo entre artistas, investigadores e público sobre as relações entre gravura, arquitetura e representação.
FRONTISPIECE | PRECIPICE inaugura hoje, às 18h, na Fundação Marques Silva, e poderá ser visitada até 27 de junho. (ver+)
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